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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Resenha: A Menina que Colecionava Borboletas


Nome de Publicação: A Menina que Colecionava Borboletas
Autora: Bruna Vieira
ISBN: 9788582351222
N° de Páginas: 152
Edição:
Editora: Gutenberg

Sobre a Autora: Não sei como ou quando ouvi falar da Bruna. Talvez por estar sempre na internet, acabei me deparando com ela. Bruna tem 20 anos e saiu do interior de Minas ( <3 ) aos 17,  para se mudar para São Paulo e lá construiu uma carreira muito bem sucedida. É colunista de revista, e esse já é seu terceiro livro publicado.

Sinopse: Bruna Vieira está cada vez mais longe dos quinze, e sabe que crescer nunca é tão simples. Considerada uma das blogueiras mais influentes do mundo, mais uma vez ela dá vazão ao seu talento como escritora com este seu novo livro de crônicas e pensamentos, em que mostra o quanto amadurecer e conquistar a independência é maravilhoso, mas tem seus desafios e poréns. A garota do interior que usa batom vermelho e que realizou seus maiores sonhos continua inspirando adolescentes de todo o país. Para ela, as páginas deste livro significam o bater de asas das borboletas que colecionou dentro do peito por algum tempo e que agora, finalmente, pode deixar que voem livres por aí.

Marca Páginas: 

Esse é antigo, não lembro onde peguei, e nem sabia que o Pequeno Nicolau tinha livro. Foi bom saber. 










Período de Leitura: Primeiro livro de 2015, e agora anotei os dias, pra não esquecer. Comecei a ler no dia 1°, daí tive dias mega ocupados em que não li nada. Voltei no dia 5 e terminei nesse dia mesmo. O tempo total de leitura acredito eu que foi em torno de uma hora e meia.

Resenha: Bruna tem um romance e um livro de crônicas publicados, sendo esse seu terceiro livro, segundo de crônicas. Nunca tinha lido nada dela, mas sempre tive curiosidade. E a capa me comprou de vez, com ilustração bacana e borboletas azuis. Sim, eu julgo livros pelas capas, mas às vezes isso é bom.

As crônicas do livro tratam de tudo um pouco, mas o principal foco são nos relacionamentos amorosos. Bruna escreve tão bem, porém, que mesmo assuntos nos quais geralmente não me interesso, como esse, passaram despercebidos , ante ao jeito que ela lida com as palavras. São coisas que eu noto muito facilmente, o jogo de palavras e a construção das frases, e Bruna sabe brincar com isso muito bem. 

O relato é bem pessoal e, mesmo sem nunca ter lido nada sobre a autora, foi como se já a conhecesse muito bem depois da leitura. Vibrei com o fato dela ter hipermetropia (e calma, não é porque sou má. É porque todo mundo tem miopia, daí achei super "legal" o fato de uma autora ter o mesmo defeito que eu na visão. Tirando minha mãe, não conhecia mais ninguém no mundo) e adorei quando ela mostrou seu lado mineira, assim como seu lado "estrangeira", numa cidade com costumes tão diferentes dos seus.

Parei de ler esse livro no dia primeiro porque fui inspirada e fui logo escrever algumas coisas. Outra coisa que adorei foram as ilustrações, muito fofinhas. E um encarte de páginas com material diferente foi de se apaixonar de vez. 

Bruna escreve muito bem e a leitura voa. A qualidade gráfica do livro é impecável. Só não dou 5 livrinhos porque senti falta de uma variedade maior de temas.
Boas leituras ilustradas,

Dani




Desafio de Leitura 2015: 
Com esse livro cumpri - * Um livro escrito por uma mulher;
                                       * Um livro de histórias curtas;
                                       * Um livro de não-ficção;







terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Resenha: Apaixonada Por Histórias


Nome de Publicação: Apaixonada Por Histórias - Crônicas
Autora: Paula Pimenta
ISBN: 978-85-8235-217-5
N° de Páginas: 160
Edição: 1ª 
Editora: Gutenberg

Sobre a autora: Já falei dela <aqui>

Sinopse: Paula Pimenta é conhecida e amada por milhares de fãs por seus romances juvenis, mas um dos primeiros gêneros nos quais se aventurou em sua carreira literária foi a crônica, que escrevia e publicava em sites literários. Em 2012, lançou seu primeiro livro nesse estilo, Apaixonada por palavras, pela Editora Gutenberg. Seus leitores gostaram tanto das 55 crônicas publicadas que pediram mais! Paula resolveu atender aos inúmeros pedidos lançando este novo livro, Apaixonada por histórias, que traz mais 55 crônicas. Como o título sugere, a autora desde pequena sempre teve enorme paixão por todos os tipos de narrativas, e, como maravilhosa contadora de histórias, narra várias situações que viveu em sua vida, e que inspiraram muitos de seus personagens e passagens de seus livros e séries.

Marca Páginas:                                

Marca Páginas lindo que peguei no Mercado Central de BH <3 <3 <3
Ele foi produzido pelo Ministério do Turismo do Brasil ^^
Período de Leitura: Levei uns três dias para ler, porque foram dias bem ocupados. No total, porém, acredito que tenha lido em umas duas horas.

Resenha: Paula Pimenta havia ganhado de vez minha simpatia no livro anterior de crônicas. Daí esse livro começa falando de dias nublados. Ela fala de línguas, viagens (no tempo, inclusive) e eu me identifico com ela cada vez mais. 

Aliás, o que é muito engraçado é que somos muito diferentes, várias crônicas demonstram isso. Apesar disso, acho muito legal eu ter me identificado com tantas coisas que ela escreveu - tantas coisas que eu vivi, ou que penso igual ao que ela pensa.

O que é lindo num livro de crônicas é que você lê, relaxa, ri e se lembra de histórias que você mesmo passou. E a Paula sabe fazer isso tudo com inteligência. Algumas crônicas ainda sobre amor, como no primeiro livro, mas, como se tivesse ouvido minha crítica do primeiro, mais espaçadas. E algumas até menos melosas. 

Dá para perceber, nesse livro, o amadurecimento da Paula, enquanto pessoa, na distância de tempo que separa os dois. 

Eu só demorei tanto para ler esse livro pela falta de tempo quando o peguei para ler, mas é daqueles que você quer continuar lendo até o fim, não porque é uma história que precisa ser seguida até acabar, mas porque ele te faz relaxar tanto que você quer continuar curtindo o momento.

Muito bom de ler, relaxante. Recomendaria esse livro a todos e fiquei com vontade de escrever minhas próprias crônicas, ao terminar. Mas ainda falta algo, não sei nem definir o que é.
Boas leituras chuvosas,

Dani






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terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Resenha: Apaixonada Por Palavras


Nome de Publicação: Apaixonada Por Palavras
Autora: Paula Pimenta
ISBN: 978-85-6538-375-2
N° de Páginas: 160
Ano de Lançamento: 2012
Edição:
Editora: Gutenberg

Sobre a autora: Quem não conhece Paula Pimenta? Sempre achei muito bacana que uma autora tão famosa fosse de BH, era uma inspiração mesmo. A Paula é apaixonada por animais, pela família, pelo namorado, pelo celular..pela vida. Ela retrata um mundo cor-de-rosa (não porque seja tudo perfeito, mas porque ela gosta de enxergar assim).

Sinopse: Em Apaixonada por palavras, lançamento da Editora Gutenberg, em que a protagonista não é Fani ou Priscila. Desta vez, é Paula Pimenta por Paula Pimenta. Narrado em primeira pessoa, o livro reúne 55 crônicas escritas entre 2000 e 2009, que descrevem suas experiências, sentimentos e reflexões. Com a mesma eloquência e fluidez que caracterizam seus romances, Paula Pimenta revela aqui a si própria, com relatos, comentários e ideias de forma clara e envolvente. Como a própria autora descreve: "É rara a ocasião em que não estou com um livro por perto, e mais raro ainda é o momento em que eu não estou com um bloco e uma caneta. Abordando temas como amor, ciúmes, amizade, esportes, cidadania, e muitos outros, a nova obra da escritora vai certamente agradar a todos que já conhecem a força narrativa e expressiva de Paula Pimenta.


Marca páginas: 

Acho que peguei esse marca páginas na bienal mesmo. Fui procurar na internet e é um livro de romance, suspense e mistério. Mas, na verdade, o que me motivou a pegar (além do fato de que eu pego qualquer marca páginas dando sopa na vida) é que ele é azul <3






Período de Leitura: Comecei a ler em um dia de noite, gastei mais ou menos uma hora. Terminei no dia seguinte, com mais aproximadamente duas horas de leitura.

Resenha: Então, sabe aquele orgulho que disse sentir da Paula Pimenta? Ele era aliado a uma resistência de ler seus livros, tão rosados que eram. Seja por uma fase de vida que até gosto de ler livros de menininha, seja pelo desejo de ler livros nacionais de qualidade (o que eu sempre soube que encontraria nos livros da Paula), seja porque voltei para o Brasil amando BH mais que tudo e quero ler tudo o que é produzido aqui ou pelo título maravilhoso do livro - além dessa capa com M&Ms de letrinhas (que deveriam existir na vida real, não apenas sob encomendas), seja por ser um livro de crônicas e eu adorar essa categoria de livros, o fato é que eu acabei me decidindo a ler meu primeiro livro de Paula Pimenta. 

Comecei a ler e as várias histórias sobre paixão e meninos e/ou homens foram me incomodando. No início achei que é porque tenho mesmo preguiça de textos açucarados demais, mas depois fui me lembrando de diversas histórias da adolescência em que minha experiência se misturava com a dela. E acho que um livro começa a ser bom quando te incomoda ou quando você se identifica com ele. 

Daí eu, que nem gosto de cor-de-rosa, comecei a dar risada lembrando dos micos da adolescência, do desespero daqueles amores platônicos que a gente acaba achando que vão ser eternos. Depois, fui me identificando com a Paula tímida (coisa que eu, conhecedora nata de tímidos, nunca tinha notado ou sequer imaginado), com a Paula família, com a Paula intercambista. Eu até discordei de outros pontos de vista, voltei a outros nos quais achava que era só eu que pensava assim, enfim, me deliciei e fiquei com vontade de ler o segundo livro de crônicas que eu havia comprado - o lançamento, Apaixonada Por Histórias. Aliás, adoro o fato de ela não negar ser mulher, de escrever com artigos femininos. A gente se acostuma tanto a ler livros em que até autoras femininas usam artigos masculinos, que quando encontra gente como a Paula (cada vez mais comuns, graças a Deus), ficamos até mais felizes.

O livro da Paula é bem cor-de-rosa mesmo (inclusive na cor das páginas), mas o azul nem seria tão legal se não houvesse o cor-de-rosa pra contrabalancear.

O livro me surpreendeu e me deu vontade de desenterrar umas crônicas da adolescência, mas acredito que se as crônicas do início, sobre relacionamentos, tivessem sido mais espalhadas ao longo do livro, eu não teria tido essa "implicância" logo de começo.


Boas leituras cor-de-rosa!

Dani






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